top of page

POSTAGENS

  • Foto do escritor: Rafael Mariano Garcia
    Rafael Mariano Garcia
  • 21 de ago. de 2015
  • 2 min de leitura

Atualizado: 3 de out. de 2025


Neste domingo, dia 23 de agosto, a partir das 9 horas, será comemorado no Museu Histórico de Londrina, o Dia do Pioneiro, data que foi instituída através de Lei Municipal nº 3.573/83 para comemorar a chegada da Caravana comandada por George Craig Smith, em 21 de agosto de 1929.

A comemoração está sendo organizada pelo Museu Histórico de Londrina, que é Órgão Suplementar da UEL e pela Associação dos Amigos do Museu, no domingo para garantir que os pioneiros, familiares e a comunidade em geral possam participar.

Segundo a representante do Museu Histórico de Londrina, professora doutora Regina Célia Alegro, a comemoração é um convite aos londrinenses para a reflexão, não só das experiências passadas, mas também para imaginar o futuro da cidade, "isso estimula a buscarmos no passado informações que nos lembrem quem somos, qual a nossa identidade e para isso é preciso conhecer o passado, é preciso lembrar e compartilhar. Londrina é marcada pela diversidade em todos os seus aspectos: na área étnica, cultural e religiosa, pois, acolheu gente de várias partes do Brasil e do mundo, além daqueles que já habitavam essa terra, os indígenas e os caboclos. Toda essa riqueza deve ser valorizada quando buscamos a nossa identidade e projetamos o nosso futuro".

O evento é aberto à comunidade londrinense. Mais informações pelos telefones (43) 3323-0082 e 3324-4641. O Museu fica na Rua Benjamin Constant, 900 - Centro (antiga Estação Ferroviária).

Programação:

9 horas: -Apresentação Musical com o Grupo de Acordeon "Evelina Grandis". -"Performance dos Esquecidos": apresentação teatral com o ator Rafael Garcia. A "Performance dos Esquecidos" é um convite para o público mergulhar dentro do universo dos esquecidos, resgatando, nem que seja por alguns segundos a voz perdida, a imagem que já foi esquecida como a fumaça do trem que não volta mais. A performance contará com o acompanhamento musical do Grupo de Acordeon. -Abertura da Exposição de Porcelana da Associação de Arte de Porcelana de londrina "Porcelana e Arte do Fogo"; -Encontro Fotográfico como parte da Semana de Fotografia de Londrina do Foto Clube de Londrina.


O conteúdo desta página foi reproduzido de terceiros, com a devida indicação de fonte e crédito. As imagens podem estar sujeitas a direitos autorais.


 
 
 

Atualizado: 3 de out. de 2025

A produção “Agora, é a cerimônia do adeus” foi uma das 16 propostas escolhidas para a 16ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte. A curadoria do evento selecionou os trabalhos a partir de mais de 260 propostas enviadas de diversas cidades do país.


Com atuação, direção e dramaturgia do ator Rafael Garcia, a cena conta com uma trilha sonora executada ao vivo pelos músicos Jéssica Otonielle (violoncelo), Cesar Damaceno (violão) e Emmanuel Peixoto (guitarra). A partir de improvisos, eles constroem a atmosfera sonora que dá vida ao universo da apresentação.


Segundo o criador, a obra mescla memórias reais e inventadas, prosa poética e cantigas para refletir sobre a morte a partir de três eixos: realidade, delírio e ficção. "A narrativa traz à tona antigos sentimentos, desejos e sonhos, convidando o público a tangenciar suas próprias memórias e a reencontrar a meninice que, com o tempo, se modifica", explica Garcia.


O festival ocorrerá na sede do Galpão Cine Horto, centro cultural criado pelo prestigiado Grupo Galpão. Fundado em 1998, o espaço é uma referência na pesquisa, formação e fomento às artes cênicas na capital mineira.


As apresentações da 16ª edição do Festival de Cenas Curtas acontecerão de 24 a 27 de setembro de 2015, no Teatro Wanda Fernandes, localizado na sede do centro cultural.



 
 
 

Atualizado: 3 de out. de 2025

“O pássaro pendurado no fio observa as desgraças e as virtudes do mundo em sua volta. Observa aquilo que foi e as sombras deixadas no chão e nas vigas enferrujadas. Nos olhos do pássaro a prece perdida, a reza do desenganado, a chegada de titio, a despedida de Maria. Nos olhos do passado o silêncio do por do sol e o caminho de ferro que não tem fim”. Falando poeticamente de memórias, de tempos idos, de “desenterrar” lembranças e questionar o que poderia ter sido: esta é a sinopse do curta Os olhos do pássaro, realizado pelo ator garcense Rafael Garcia. Rafael, diretor e roteirista, também foi responsável pela montagem, direção de fotografia, colorismo e pós-produção, contou com a colaboração de Ana Laura Fanini, João Pedro de Achilles, Bruna Grandino e Lucas Antiqueira, para finalizar Os olhos do pássaro, a ser oficialmente lançado nesta sexta-feira, dia 12, no site www.osolhosdopassaro.com.br. Além do garoto Dérick Petrelli de Felippo, um outro personagem marca presença contundente no curta: a antiga estação ferroviária da cidade. Local que marcou a história de Garça, sua plataforma testemunhou idas e vindas, despedidas e acolhidas, lágrimas e sorrisos, e hoje está vivo apenas na lembrança dos moradores mais antigos. Hoje, a estação mais assemelha-se a uma espécie de cemitério, de cenário de guerra, que carrega uma forte carga de histórias. E é isso o que o ator busca provocar nas pessoas: falar sobre um tempo, sobre a cidade e as pessoas que fazem parte de sua história. “Queria divulgar este curta para as pessoas, falar sobre as memórias, as lembranças. Quando eu era criança, caminhava quase que diariamente naquela estação; no curta uma criança caminha pela plataforma abandonada e, em silêncio, assim como um pássaro, observa o que aquilo já foi um dia. Esse menino pode ser eu, você ou qualquer outra pessoa. Portanto, esse curta não é sobre mim, mas sobre a cidade e sobre cada pessoa que fez parte da história dela”, explica Rafael. Os olhos do pássaro tem sua origem no trabalho de conclusão de curso de Rafael, formado pela Universidade Estadual de Londrina. Durante sua pesquisa, ele revisitou a estação – exercício que lhe despertou novamente sua “meninice”, o que normalmente ocorre quando passamos por lugares que marcaram um período de nossa vida: “Nos tornamos novamente aquilo que fomos e sonhamos ao ouvir a voz daqueles que um dia lá desembarcaram”. Assim, a estação desativada de Garça tornou-se um ponto importante para seu trabalho teórico-prático, dando origem, junto com as demais pesquisas dentro do curso, a uma performance apresentada em setembro no Museu Histórico de Londrina, seu espetáculo solo “Agora, é cerimônia do adeus”. A sua experiência com o cinema londrinense trouxe à tona o desejo de seguir a carreira cinematográfica e também a vontade de realizar, a partir do tema da sua pesquisa universitária, o seu primeiro curta, que foi rodado em apenas dois dias na estação desativada: “A ideia do curta é retratar, de maneira simples e rápida, como foi o processo prático da minha pesquisa, e principalmente, como me senti revisitando novamente a estação abandonada durante o ano passado. Espaços abandonados, antigas estações, museus e casas antigas são lugares abarrotados em suas paredes de lembranças, imagens, sonhos, personagens e histórias. Voltar nesses lugares é como ouvi-los, revê-los e senti-los novamente, de uma maneira intensa”, enfatiza, Rafael. Em Os olhos do pássaro, o menino que caminha pela plataforma da velha estação – que agora é engolida pelo mato e por entulhos -, vê, ouve, acena sem revelar nada, não mostra o que vê, o que sente ou o que deseja. Essa tarefa cabe a quem assiste ao curta, o espectador é que deve “preencher” esses silêncios com suas próprias imagens e sons. “Naquela estação o que foi e o que veio não voltam mais, e o que sobrou são apenas restos em um espaço que eu chamo de pós-guerra. Entulhos, mato e uma estrutura gigantesca, que sem chamar muita atenção, releva que ali habitou história, e depois de um longo tempo de funcionamento, hoje descansa e espera o fim dos tempos, sendo vigiados diariamente pelos olhos dos pássaros”, define o ator.

Rafael Garcia Ator, bacharel em interpretação teatral pela Universidade Estadual de Londrina (2014), desenvolve pesquisas dramatúrgicas sobre memória, sonho e devaneio no processo criativo do ator e se dedica a estudos sobre direção teatral. Iniciou sua formação na Escola de Cultura Artística “Amélio Naná Zancopé” e foi integrante do grupo NAC - Núcleo de Artes Cênicas e da companhia Evoé ou não é, entre os anos de 2006 e 2010, na cidade de Garça, onde atuou como ator e performer. Em Garça participou como sonoplasta da montagem Estado de Sítio, da Cia. Evoé ou não é, e como ator em A memória conhece todos os caminhos (2008), pela EMCA, mesmo ano em que fez parte como ator-bailarino de Charles Chaplin; ainda em 2008, pelo NAC – Núcleo de Artes Cênicas, participou como ator de Coração Cia Ltda e do II Café Literário, como performer. Em 2009 encenou o Bem Amado. Dentro da graduação participou do Núcleo de Pesquisa Klaus Vianna, orientado pela professora e atriz Ceres Vitorri, e também se dedicou a estudos paralelos em produção cinegráfica dentro do departamento de Artes Visuais. Em 2011 foi estagiário de produção do Teatro Ouro Verde, de Londrina. No ano de 2013 apresentou na mostra Fringe do Festival Internacional de Curitiba sua primeira cena solo “Estações Mortas”, onde atuou também como produtor executivo. Em 2014, na área cinematográfica, atuou como preparador de elenco e assistente de direção no curta “Copo de Leite”, e no mesmo ano dirigiu seu primeiro curta independente “Estação”. Recentemente realiza trabalhos com o grupo Cabaré Filosófico, criado e idealizado pelo professor e doutor Gabriel Giannattasio, do Departamento de História da Universidade Estadual de Londrina, onde já realizou trabalhos como cenógrafo e produtor.

Fonte: Jornal Comarca de Garça


O conteúdo desta página foi reproduzido de terceiros, com a devida indicação de fonte e crédito. As imagens podem estar sujeitas a direitos autorais.


 
 
 
  • Branca Ícone Instagram

ENTRE EM CONTATO

POR E-MAIL

REDES SOCIAIS 

TELEFONE

+ 55 11 98167.3264

Copyright © 2026 – Rafael Mariano Garcia – Todos os direitos reservados

bottom of page